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quarta-feira, 9 de julho de 2014

MARCAS PATROCINADORAS DO BRASIL SOMEM DEPOIS DE GOLEADA ALEMÃ...


A humilhação imposta pela Alemanha sobre o Brasil na semifinal da Copa fez com que as marcas adotassem em boa parte o silêncio em sua comunicação.

Poucas foram as empresas que decidiram criar alguma mensagem para a seleção após os 7 a 1 impostos pelos alemães, quase nenhuma delas com relação de patrocínio ao time nacional.

A única a lançar mão do humor foi a Garoto, que durante e toda a Copa brincou com o conceito “Chocolate Neles”.

No perfil da marca no Facebook, ainda no intervalo quando o placar marcava 5 a 0 Alemanha, a empresa escreveu: “Ai, que chocolate indigesto. Odeio chocolate alemão (com todo respeito)”.


Outras, como a Wiseup, a Visa e a Gatorade adotaram palavras de incentivo ao país. A fabricante de isotônicos lembrou que “amanhã tem treino”, já que a equipe ainda disputa o terceiro lugar no próximo sábado.

A Brahma, por sua vez, retirou a foto do perfil da marca no Facebook que dizia “Vai ter Festa” e colocou uma só com produtos da marca, em posicionamento completamente distinto ao pré-Copa, quando foi uma das poucas a incentivar o torneio.

Na TV, o humor das marcas também foi bem mais ameno. 


Itaú e Brahma não usaram as propagandas ligadas à seleção brasileira, enquanto Hyundai, Coca-Cola, Johnson & Johnson e Oi mantiveram o mesmo anúncio relacionado ao Mundial, sem maiores referências ao Brasil. 

A Hyundai manteve o conceito de “hexagarantia”, que dá seis anos de garantia a quem comprar um carro até o fim da Copa.

Entre manter a campanha ufanista no ar ou tirá-la pós-jogo, preferiu-se a segunda opção.


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quarta-feira, 21 de maio de 2014

SÃO PAULO MUDA POLÍTICA EM SEU MARKETING, A ORDEM É VENDER O QUE PUDER...


Repare que a camisa do São Paulo trocou bastante de patrocinador na barra traseira nos últimos jogos.

Na vitória contra o Flamengo do último domingo (18), esteve ali a marca da Divena, uma concessionária da Mercedes-Benz. No clássico com o Corinthians, no domingo passado, entrou a Cotação, uma agência de turismo. Diante do CRB, na quarta-feira anterior, foi a vez da Sil, fabricante de fios e cabos elétricos. 

Este troca-troca de patrocinadores pontuais tem explicação: é o primeiro reflexo do trabalho de Marcelo Pepe Santos, novo diretor comercial são-paulino.

Presidente e o novo diretor comercial do São Paulo
Carlos Miguel Aidar, novo presidente, decidiu que a diretoria de marketing não vinha tendo muito sucesso em vender as propriedades que o time tem à disposição e criou uma diretoria comercial. 

Em outras palavras, o departamento comandado por Rui Branquinho, um publicitário, não gerava tanto dinheiro quanto o novo chefe gostaria. Ele, então, contratou Pepe para vender tudo o que estiver disponível.

Da camisa ao estádio Morumbi. Por dez anos ou um jogo só.

"A conta chega no fim do mês de qualquer jeito, então temos que criar receitas. Eu tenho propriedades para vender e vou vendê-las. Vou tratar o futebol sem paternalismo", resume.


Ele trabalhou por mais de oito anos na Technomarine Brasil, uma marca de relógios, e mais um ano na Bvlgari, uma marca de perfumes, em ambas como diretor comercial. Cuidava, basicamente, de venda e pós-venda, ambas funções que diz desempenhar no São Paulo.

Fonte: Maquina do Esporte

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

CBF FATURA COM PATROCÍNIO MAIS QUE O DOBRO DOS QUATRO GRANDES DE SÃO PAULO


Enquanto Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo sofreram com a falta de patrocinadores no ano passado, a CBF não teve do que reclamar. A proximidade da Copa garantiu à entidade que comanda a seleção brasileira incríveis R$ 278 milhões com 14 parceiros comerciais.

Somados, os quatro grandes clubes de São Paulo arrecadaram R$ 127,8 milhões, menos da metade na comparação com a CBF.

Timão e Tricolor ficaram a temporada inteira de 2013 com o omoplata e a barra da camisa livres. Já o Peixe e o Verdão fizeram pior: não encontraram interessados em estampar as marcas no peito e nas costas, espaço mais nobre do uniforme.



Somente o que a Nike pagou à CBF — R$ 78,7 milhões — supera a arrecadação de Corinthians e Palmeiras, juntos. Além da fornecedora de material esportivo, a entidade fatura alto com Itaú, Vivo e Ambev, que desembolsaram R$ 108 milhões. Os demais foram Seara e, depois, Sadia e TAM. Na sequência, Gol, Volkswagen, Gillette, Extra, Nestlé, Mastercard, Unimed, Baruel e Parmigiani.

A valorização do euro e do dólar no ano passado ajudou a CBF a engordar seus cofres. Motivo: a maioria dos contratos de patrocínio é fechada com valores em moedas estrangeiras. A Nike, por exemplo, paga US$ 35,5 milhões.



Após faturar R$ 278 milhões, a CBF certamente chegará aos R$ 340 milhões com patrocinadores em 2014. Se o Brasil for campeão mundial, o valor terá acréscimo de quase 20%, graças a bônus previstos em alguns contratos.

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domingo, 4 de agosto de 2013

CAIXA FEDERAL GASTARÁ QUASE 100 MILHÕES NO FUTEBOL BRASILEIRO...


Na última Sexta-feira, 02 de Agosto, a Caixa Econômica Federal encerrou a conta do patrocínio a clubes de futebol no Brasil.

Somados todos os contratos fechados pelo banco serão mais de R$ 96 milhões de patrocínio distribuídos a 11 clubes brasileiros.

Segundo a Caixa, todos os seus contratos tem a mesma duração, serão 12 meses até o final da Copa de 2014.

Entre os 11 clubes Corinthians lidera o ranking em valores com seus com R$ 31 milhões anuais, R$ 6 milhões a mais do que os R$ 25 milhões do Flamengo, segundo colocado.

A entrada de bancos no patrocínio de futebol vem sendo maior nos últimos anos principalmente após o Banco mineiro BMG começar a estampar sua marca em vários clubes do país, entre eles o Campeão da Libertadores Atlético Mineiro.

Mas diferente de Itaú e Bradesco, seus principais concorrentes privados no Brasil, a Caixa não opta por fazer uma campanha publicitária chamando a atenção da população para a própria marca, o banco federal se limita apenas a colocar seu nome nas camisas, o que para muitos acaba passando despercebido como apenas mais um simples anuncio de empresa.

Com praticamente o mesmo valor de investimento, a dupla de privados Itaú e Bradesco optou por uma estratégia diferente para o mercado esportivo.

Ambos ligam suas marcas a Copa do Mundo e as Olimpíadas, e promovem campanhas chamando a atenção da população para esses apoios, o que na prática acaba tendo mais visibilidade, mesmo não estando na camisa dos gigantes Corinthians e Flamengo.

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