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terça-feira, 9 de setembro de 2014

CBF PROÍBE CONTATO DE JORNALISTAS COM TÉCNICOS E JOGADORES DURANTE OS JOGOS


Os repórteres de campo estão proibidos de informarem aos jogadores e treinadores sobre lances polêmicos dos jogos.

E os técnicos terão que fornecer a escalação das equipes uma hora antes dos jogos. Além disso, foram proibidas entrevistas com os jogadores titulares antes do início das partidas. 

Estas são algumas das medidas anunciadas na última segunda-feira.

As Associações de Cronistas Esportivos de todos os estados do Brasil estão enviando para jornalistas de rádio, televisão, sites, jornais e revistas uma série de normas chamada de Protocolo de Imprensa e Acesso das Equipes ao campo de jogo. 


A CBF discutiu o teor do documento com a Aceb (Associação dos Cronistas Esportivos do Brasil)

A partir do dia 10 de setembro (quarta-feira) a CBF implementa nos jogos do Campeonato Brasileiro da Série A novo protocolo para as equipes envolvidas nos jogos e para o trabalho de imprensa.

O modelo foi desenvolvido com a participação da ACEB (Associação dos Cronistas do Brasil), vinha sendo adotado no Estado do Rio de Janeiro e foi aperfeiçoado com resultado satisfatório, que levou a Entidade a estendê-lo a todo o Brasil.


Basicamente foi estabelecida norma única de procedimento para todos os estados, seja na entrada em campo das equipes, seja no trabalho de reportagem de campo.

Veja os principais pontos do Protocolo adotados a partir da primeira rodada do segundo turno do Brasileirão, Série A.

Protocolo de Imprensa e acesso das equipes ao campo de jogo

Campeonato Brasileiro – Série A

1) Criação dos Supervisores de Protocolo. Sempre 2 supervisores por jogo: um para cuidar das questões de imprensa, outro para cuidar das questões das equipes, como entrada em campo e outros itens. (Sr. Marcos Cabral Marinho de Moura, pela FPF, em conjunto com a ACEESP).

2) Identificados 2 tipos de estádios: Arenas (os estádios modernos, construídos para a Copa) e Não Arenas (os demais).

3) Credenciamento de campo: será necessário jogo a jogo. Definidas 4 categorias:

Categoria 1: TVs Detentoras de Direitos

Vivo: 2 equipes por emissora (3 pessoas cada equipe) / entrevistas na beira do campo

ENG: Globo e Sportv (2 equipes); demais: 1 equipe / entrevistas após equipes vivo

Categoria 2: TVs não detentoras de direitos

1 equipe cada, com 2 pessoas (repórter e cinegrafista) / entrevistas só na zona mista e sala de imprensa

Categoria 3: Rádios

Máximo de 30 repórteres, 2 por emissora / posicionados atrás dos gols / entrevistas de intervalo e final em zona mista na saída do campo (arenas) ou linha lateral (não arenas) após entrevistas das TVs ao vivo.

OBSERVAÇÕES PARA RÁDIOS:

- Credenciamento com 48 horas de antecedência para ACEESP: (anamarina@aceesp.org).

- TÉCNICOS não ficarão mais em campo (em hipótese alguma).

- Em clássicos regionais ou estaduais, quando teremos várias emissoras de outros estados, existe a possibilidade de algumas emissoras entrarem com apenas um repórter (Lembrando que são sempre 30 repórteres por jogo).

- Prioridade entre os 30 repórteres será dada aos profissionais das cidades envolvidas no jogo.

Categoria 4: Fotógrafos

Máximo de 30 // prioridade para os impressos das cidades envolvidas no jogo (CREDENCIAMENTO COM A ARFOC).

Outras situações

1. Jornalistas de impresso e sites ficarão na Tribuna, sem acesso ao campo.

. Atletas não podem ser abordados na comemoração dos gols

. Jogadores escalados para o início do jogo não podem ser entrevistados

. Equipes de reportagem não podem fornecer informações aos jogadores e técnicos sobre lances polêmicos.

. Execução do Hino Nacional passa a ser obrigatória em todos os jogos: 5 minutos antes do jogo (em alguns estados também do Hino Estadual, conforme lei local)

. Divulgação das escalações: 60 minutos antes do início.

As Federações Estaduais de Futebol são responsáveis pela execução das medidas agindo em comum com as Associações de Cronistas.

Atenciosamente,

Administração Aceesp

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

MAIS POLÊMICA?? MILTON NEVES DISCUTE AO VIVO COM REPÓRTER DA RÁDIO BANDEIRANTES DURANTE PROGRAMA...


O último domingo (24) definitivamente não foi bom para Milton Neves.

Além de toda a polêmica causada pela discussão com José Luiz Datena que invadiu o estúdio durante o programa "Domingo Esportivo" para xingar o apresentador, outra discussão acalorada esteve prestes a acontecer dentro da equipe da Rádio Bandeirantes. 

O repórter Alexandre Praetzel mostrou-se insatisfeito com uma matéria do Portal Terceiro Tempo, do apresentador Milton Neves, que noticiou quais seriam os clubes do coração de jornalistas esportivos do Rio Grande do Sul. E reclacmou durante sua entrada ao vivo:

Os radialistas Claudio Zaidan e Leandro Quesada
"O dia que morrer um cronista em Porto Alegre, provavelmente o velório vai ser na sala Milton Neves lá no cemitério São Miguel e Almas," reclamou Praetzel.

O repórter Leandro Quesada e o comentarista Cláudio Zaidan concordaram com a posição de Praetzel sobre o tema, enquanto Milton acha que deve ser revelada a preferência clubística dos jornalistas sem problemas. 

Clique aqui e veja a matéria que gerou a polêmica

Abaixo a discussão no último domingo entre Praetzel e Milton Neves:



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domingo, 24 de agosto de 2014

ATACANTE ANDRÉ DO ATLÉTICO-MG APARECE BÊBADO EM FOTOS POSTADAS POR TORCEDORES...


A fama de boêmio do atacante André rendeu uma foto polêmica neste domingo.

Torcedores do Atlético-MG compartilharam no Twitter uma imagem do jogador e o acusaram de estar bêbado. 

O registro teria sido feito próximo às 8h numa boate de Belo Horizonte após a vitória por 1 a 0 do Galo sobre o Internacional, no Estádio Independência, na noite de sábado.


"LAMENTÁVEL! Atacante André é flagrado totalmente BÊBADO em boate de Belo Horizonte após vitória do Atlético", escreveu um torcedor.

"Esse da foto é o André, jogador do Atlético-mg que custou 8 MILHÕES DE EUROS?, criticou outro.


No flagra, o torcedor do Atlético-MG mexe no rosto de André, imóvel. E, no detalhe, mostra o celular com horário e data para comprovar a veracidade da foto.

No ano passado, André, então o Vasco, foi alvo de críticas até mesmo por parte dos companheiros de time devido às seguidas noitadas no Rio de Janeiro.
                           
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

DEMOROU... JÓBSON É SUSPENSO NA ÁRABIA DEPOIS DE SE NEGAR A FAZER EXAME ANTI DOPING...


O atacante Jobson, que está atuando pelo Al Ittihad, da Arábia Saudita, foi punido com uma suspensão de quatro anos pelo Comitê Antidoping do país asiático.

Segundo a entidade, o jogador se recusou a realizar o exame antidoping no último dia 25.

De acordo com a autoridade saudita, o clube foi notificado sobre a infração. 

Na sequência, Jobson foi procurado pessoalmente e pelo telefone, mas não se pronunciou. O jogador ainda teria faltado a duas audiências no Gabinete da Presidência Geral da Juventude e Bem-Estar de Jidá - no dia 8 de abril e na última terça-feira.


No comunicado, o comitê cita os problemas que o jogador já teve com o doping. 

Em 2009, Jobson testou positivo para cocaína, foi suspenso preventivamente por seis meses e, depois de condenado, teve de ficar mais sete meses longe dos gramados.

A punição, preventiva, começou a valer no dia 1º de abril e abrange jogos dentro e fora da Arábia Saudita. 

O atacante tem 14 dias para apresentar sua defesa e recorrer da decisão.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

COMENTARISTA CHAMA JOGADOR DO ATLÉTICO MINEIRO DE "BOSTA" AO VIVO...


Aconteceu no programa 'Esporte News', da TV BH News de Belo Horizonte.

O comentarista Lélio Gustavo, que também integra a equipe esportiva da Rádio Itatiaia, atacou o atacante Neto Berola, do Atlético-MG, que no último domingo (23) xingou, via rede social, o também comentarista Bob Faria, da Globo Minas.

Gustavo chamou o atleta de 'bosta' e mandou ele 'se fud...' e voltar para 'merd... do Vitória'.

O Vitória publicou nota de repúdio ao jornalista lamentando a sua atitude e prometendo tomar as medidas cabíveis.


Também em Nota, a BHNews TV informou que o comentarista Lélio Gustavo foi advertido pela direção geral da emissora que não concorda com os termos e a maneira utilizada para a elaboração de seus comentários, e que tais atitudes não são aprovadas pela diretoria, que já tomou as medidas administrativas cabíveis ao caso.

Ainda segundo a Nota, em nenhum momento a BHNews concorda ou endossa os comentários e adjetivos usados contra a pessoa do atleta e ao Esporte Clube Vitória, que merecem por parte da emissora respeito e consideração.

Veja o vídeo.

 


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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

“ESTÁ CLARO QUE TODA A OPERAÇÃO FOI FEITA PARA ALGUÉM LEVAR VANTAGEM DE ALGUMA COISA QUE NÃO TINHA MAIS” , JOSÉ BARRAL, PRESIDENTE DO GRUPO SONDA, OS MAIS PREJUDICADOS NA CADA VEZ MAIS POLÊMICA VENDA DE NEYMAR...


O jornalista Rica Perrone entrevistou José Barral, presidente do Grupo Sonda (DIS), que detinha 40% dos direitos econômicos de Neymar, mas que na divisão do "bolo" acabou saindo com muito menos que isso...

Veja o que falou Barral sobre toda a polemica negociação do atacante com o Barcelona...

Juridicamente, a empresa já tomou uma decisão?
A gente tem que discutir ainda com alguns advogados. A partir de segunda ou terça-feira teremos um caminho jurídico para dar. Tem algumas coisas traçadas, mas não posso falar ainda.

Qual sua opinião depois de todos os documentos apresentados sobre a venda de Neymar?
O meu sentimento… Vou te explicar a minha situação, primeiro, pra você entender. Sou presidente do grupo, um executivo da área de varejo. Vim para a empresa para profissionalizar, desenvolver o trabalho. 

O supermercado é o mais forte do grupo, mas tem outras empresas, uma delas é a DIS. Ela está sob a minha gestão, mas sempre deleguei o trabalho aos que estavam lá. A não ser em casos extremos. 

Nesse caso específico, sempre me envolvi, desde 2011. E desde lá você via que existiam situações erradas. Às vezes, é muito chato você ver um programa de televisão, e a DIS sendo criticada. O Luis Alvaro fazendo aquele espetáculo todo, dizendo que era o melhor presidente do mundo, e a gente sabia que a verdade era um pouco diferente. 

Mas a gente não tinha como provar. Por determinação minha, a empresa ficou calada esse tempo todo. Achava que a gente tinha que falar no momento certo. Esse momento iria existir, é o que aconteceu agora. Está claro que toda a operação que foi feita, foi simplesmente para alguém levar vantagem de alguma coisa que não tinha mais. 

O Neymar pai não tinha mais 40% dos direitos do filho, mas ele se achava no direito. Sempre ficou claro que ele não respeitava nada do que foi colocado no contrato. E naquele momento específico ele teve o apoio do Luis Alvaro.  

Naquele momento em que o Luis Alvaro reduziu o contrato, deu brecha pra ele [pai]. Agora [Luis Alvaro] declara que o pai  exigiu isso e aquilo, mas na época ninguém falava isso. Ele era um pai fantástico, o grande parceiro do Santos para manter o Neymar no Brasil. 

A verdade veio à tona. Fica claro que a negociação foi feita para enganar as partes.



Você tem convicção de que foi feita para enganar?
Para enganar a DIS com certeza. Não sei o Santos, quem responde pelo clube é que pode falar. Agora pra mim o Santos é conivente quando o presidente assina aquele documento [autorização dada em 2011 para Neymar negociar com outros clubes]. 

Há uma conivência em relação às atitudes tomadas pelo Neymar pai. Como executivo aprendi que ninguém delega nada a ninguém sem saber o que é. A autorização que foi dada, Odílio [Rodrigues, presidente em exercício do Santos] diz que foi dada porque o pai do Neymar pressionou. 

Mas por qual motivo o Santos não falou isso no momento em que aconteceu? A única busca que eu tenho é recuperar o prejuízo e consertar nossa imagem de empresa séria, não estamos querendo prejudicar o futebol.

Quais os principais fatores que te dão certeza de que a negociação foi feita pra enganar a DIS?
Vamos imaginar que você tem uma sociedade. Tem pessoas que participam da sociedade e você tem que comunicar seus sócios sempre. A DIS, como parceira do Santos, nunca foi comunicada, consultada. Nem na antecipação do final do contrato do Neymar [de 2015 para 2014] e nem no processo de transferência. 

O Santos nunca procurou a DIS. Quando você vê isso, vê que já tinha algo programado para fazer alguma coisa indevida. Por contrato, o Santos e o Wagner Ribeiro [empresário de Neymar] e o Neymar tinham a obrigação de comunicar a DIS. Isso desde a época da antecipação do contrato. Quando você vê isso, imagina que tem algo inadequado. 

E a gente teve a certeza de que não estava adequado quando, posteriormente, o André Cury nos procurou com uma oferta complementar, além daquilo que a gente tinha recebido. Então você imagina que alguma coisa não tá legal.

O que a DIS tinha feito quando foi procurada pelo Cury?
Tinha entrado com uma ação de apresentação de documentos. A DIS já tinha feito outra coisa. Em 2012, entregamos uma carta para questionar o Barcelona se já existia algum negócio com o Neymar. O Barcelona responde em carta timbrada, em dezembro de 2012, que não tinha nenhuma negociação. Hoje está provado que já tinha.



O que o André Cury disse pra vocês?
Ele chega com um cartão de representante do Barcelona na América Latina. Diz que o Barcelona quer ficar tranquilo na relação com a DIS, então teria que fazer alguma coisa a mais para a empresa. Isso depois de ter feito o negócio. Só que ele veio com uma proposta que a gente não aceitou. 

Eu estava fazendo a minha conta em cima de 57 milhões de euros, que é o que Barcelona tinha dito que pagou. Ele começou oferecendo 4 milhões de euros e chegou a 6 milhões. Eu disse que menos de 12 milhões, fora os 6,8 milhões que a gente tinha recebido, não aceitava. Então o André falou: ‘mas aí vocês vão perder’. Eu respondi: ‘na hora certa a gente vai receber”.

Como você interpretou essa oferta?
Interpretei que tinha alguma coisa errada no negócio. Ninguém procuraria o outro se estivesse tudo certo.

Seu cálculo é de que a DIS tem direito a mais quantos milhões na negociação?
Se o valor é 86 milhões de euros, porque uma hora o pai diz que é salário, outra hora é outra coisa, mas se o valor é 86 milhões, eu tenho direito a 40%. Então tenho direito a 34 milhões. Já recebi 6,8 milhões de euros e tenho direito à diferença. 

Mas a pergunta é qual é o valor real? Acho que ninguém sabe. Existe o aspecto do imposto de renda, quem pagou imposto, quem vai pagar, se esse valor foi livre de imposto. 

Hoje, a transação de acordo com o Barcelona é de 86 milhões. Agora, [o pai] diz ‘recebi 8 milhões de euros para agenciar jogadores menores’. Isso é máscara de contrato, na minha opinião.



Na sua conta, a DIS tem direito a 40% desses 8 milhões de euros?
Tem. Tem sobre tudo o que não for salário. Tem direito a mais ou menos mais 27,8 milhões de euros [40% de 87 milhões menos 6,8 milhões já recebidos]. Fora outras coisas que podemos questionar, como perdas e danos. 

Quanto vai valer o Neymar em 2015, que é quando terminava o contrato original? E isso depois da Copa.

Vocês pensam em entrar com uma ação de perdas e danos?
Sim.

Pelo fato de ele sair antes?
Sim porque o contrato original foi alterado. É essa alteração de contrato que nós vamos contestar.

Você disse que o Neymar pai sempre mostrou que não respeitava o contrato…
Acho que o interesse dele sempre foi  ganhar muito dinheiro. Isso o próprio Laor agora falou, disse que ele é insaciável. O que posso dizer é que ele [Neymar pai]  nos procurou em 2011 pra comprar os 40% oferecendo  8 milhões de euros e chegando a 12 milhões. 

Mais ou menos na época em que aconteceu o acordo inicial com o Barcelona. Hoje nós sabemos que foi na mesma época, a gente não sabia de onde vinha o dinheiro. Talvez ele já estivesse fazendo conta do que iria receber.

Vocês chegaram a perguntar antes disso tudo para o Neymar pai se ele tinha negociado com o Barcelona?
Em 2012 notificamos o Barcelona, Neymar e o Wagner Ribeiro perguntando isso, mas eles não responderam. Foi antes da notificação em dezembro de 2012 para o Barcelona que foi entregue pessoalmente.


De que forma você define o Santos como parceiro?
O Santos não foi parceiro, em momento algum. Um parceiro estaria nos informando. Desde que o Luis Alvaro assumiu, essa parceria nunca aconteceu. Na colocação do Laor, a DIS era especuladora. Se você relembrar a saída do Ganso para o São Paulo, ela mostra que não éramos para eles os parceiros ideais. 

Mas éramos na gestão do Marcelo Teixeira, quando eu nem estava na empresa. O Delcir Sonda ofereceu para ser também na gestão do Laor, mas ele não quis. Interessante que quis com outra empresa. Isso reforça que quando a coisa não começa bem não vai acabar bem.

Por falar em não acabar, essa briga tem tudo para levar anos até acabar. Vocês esperam ou aceitam um acordo?
Não sei, vai depender de como andar o processo. A empresa quer recuperar o que ela tem direito a receber, ponto. É muito cedo para falar se existe possibilidade acordo, nem começou a brincadeira.

Existe chance de uma ação em conjunto com o Santos para tentar receber esse dinheiro?
Nesse momento não. Até porque tenho que questionar o Santos também. Em relação à carta autorizando o Neymar a negociar, por não nos comunicar da alteração do contrato. Mas o mundo dá muita volta, vamos ter que analisar no tempo certo.

A empresa se sente enganada por quem? Pelo pai do Neymar? Pelo Barcelona? Pelo Santos?
Por todo mundo. Se você olhar o cenário dessa batalha, no bom sentido, todos nos enganaram. Uns mais, outros menos. O Barcelona sabia desde o início que tínhamos 40% dos direitos econômicos. O Santos e o Neymar também.

Documento enviado pelo Barcelona a DIS em 2012
O que mais causou estranhamento para a DIS foi a antecipação do contrato?
Na Europa você vê alongamento de contrato. Adiantamento de contrato nunca vi. Não entendo isso. Existia uma inteligência maior. Se você voltar uns dois anos atrás, o presidente do Santos era o cara que mais aparecia em programa de televisão, o grande presidente do futuro, o novo modelo de gestão. Taí o novo modelo de gestão. Gestão é séria ou não é séria. 

Eu sou dirigente de empresa. Tenho que entregar resultado no final. Qualquer outra coisa que eu invente… Quando você começa a querer aparecer mais do que a empresa ou do que o clube… No Santos existiam três estrelas: o Neymar, o Ganso e o Laor. 

Só que o Laor nem jogava bola. O Luis Alvaro tomou a crônica de São Paulo de uma maneira que ele era idolatrado. Isso maquiou tudo o que aconteceu depois. Não estou discutindo culpa ou não dele, mas aquilo que foi montado midiaticamente fez com que tudo isso acontecesse. 

Talvez, se fosse uma gestão como deve ser num clube, nada disso tivesse acontecido. Não teria abertura para essas exigências do pai, como disse o Luis Alvaro. Como você recebe uma proposta para vender o jogador por 66 milhões de euros para o Real Madrid e não vende?

O que o Santos alegou para a DIS ao rejeitar essa oferta do Real?
Alegou que tinha um projeto e que todo mundo ganharia mais depois.  Nós não ganharíamos mais e não ganhamos.

Qual sua opinião sobre os amistosos entre Santos e Barcelona como parte da venda do Neymar?
Só encenação para justificar contrato. No segundo amistoso, [o Santos] não tem obrigação de fazer, mas o Barcelona paga do mesmo jeito.  Você acha que existe isso? Minha visão é clara: foi tudo bem montado, nessa parte o Santos sabia. 

É aquela história, quem engana também pode ser enganado. O Santos, de uma certa maneira, enganou a DIS, recebendo por acordo nas categorias de base, com amistosos e a gora se sente enganado pelo pai do Neymar. Muito engraçado isso. Virou um circo. E a gente não sabe o que mais pode aparecer. Será que o filme já acabou?



O que mais te chamou atenção nessa negociação?
Falta de respeito, de postura e de seriedade no negócio. Em relação a todas as outras partes envolvidas.

Consegue definir essa negociação toda em uma palavra?
Em uma palavra não. Um termo que tenho usado: esse é o futebol?  É o futebol que gosto? Sou um apaixonado por futebol, mas esse é um questionamento que  tenho feito. 

Você olha o futebol que um garoto como o Neymar joga e aí vê tudo isso por trás. O que está por trás do talento é que é o problema.

A DIS parou de investir em jogadores?
Não, estamos reestruturando o modelo de gestão do negócio.  O Delcir é apaixonado por futebol e não quer sair do futebol. Então fizemos um acordo, vamos organizar o negócio.


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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

COM 21 ANOS SE PODE DIRIGIR UM CAMINHÃO ?? SIM, POR QUE NÃO ??


Diante de certa polemica após o infeliz acidente em que mais dois jovens perderam suas vidas por conta de um acidente de caminhão e principalmente sobre a possível “falta de Experiência” pelo fato do motorista em ter apenas 21 anos, fiz questão de pesquisar sobre nossa legislação...

Como a esmagadora maioria da população brasileira sempre opte por tirar a carteira de habilitação A ou B, (Carro e Moto), claro que existem aqueles que por gosto pessoal ou quase sempre por necessidade profissional, precisam da carteira de habilitação na categoria D ou E.

Alguns veículos exigem uma habilitação específica de seu condutor e a categoria indica que tipo de veículo o indivíduo pode dirigir.

A categoria D é direcionada para quem conduz veículos que fazem transporte de passageiros acima de oito pessoas, excluindo o motorista, Como por exemplo, o ônibus.

Já a categoria E é para os veículos que fazem transporte de carga com até seis toneladas.
Para cada categoria de habilitação existem exigências específicas.


De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN), é necessário ter 21 anos de idade e um ano de carteira para o motorista da categoria B mudar para a C.

Já da categoria C para a D, é necessário estar habilitado na categoria B por no mínimo dois anos, ou, há um ano na categoria C, e ser aprovado em curso especializado e em treinamento de prática veicular em situação de risco.

Na categoria E, caso tenha obtido a D a partir da B, deve estar habilitado no mínimo há um ano na D; Se tiver obtido a D a partir da C, pode solicitar diretamente a categoria E, sem necessidade de prazo de um ano na D, e também precisa ser aprovado em curso especializado e em treinamento de prática veicular em situação de risco.

Não há a possibilidade do interessado em se habilitar, conseguir sua carteira sem passar por exame médico e psicotécnico, 15 aulas de direção a uma prova prática.

Em sumo, considero muito superficial pensar que um “garoto” de 21 anos não pode dirigir um caminhão profissionalmente por “não ter experiência”...


Pois a partir do momento em que ele recebe sua habilitação conferida pelos órgãos competentes ele está sim apto.

Penso que pode até ser válida a discussão sobre a idade ser pouca pra tanta responsabilidade, mas não podemos nos esquecer que com 16 anos nesse país já se pode votar em uma eleição, por que não se poderia dirigir um caminhão ou um ônibus com 21 ??

Acidentes acontecem e sempre irão acontecer, seja com motoristas experientes ou com novos, pra infelicidade das famílias que perdem seus filhos...

Que Deus conforte a todos... !!

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